{"id":127177,"date":"2026-04-14T09:28:37","date_gmt":"2026-04-14T12:28:37","guid":{"rendered":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/?p=127177"},"modified":"2026-04-14T09:28:37","modified_gmt":"2026-04-14T12:28:37","slug":"cercada-por-empreendimentos-de-alto-padrao-favela-de-60-anos-vira-alvo-de-disputa-na-zona-oeste","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/2026\/04\/14\/cercada-por-empreendimentos-de-alto-padrao-favela-de-60-anos-vira-alvo-de-disputa-na-zona-oeste\/","title":{"rendered":"Cercada por empreendimentos de alto padr\u00e3o, favela de 60 anos vira alvo de disputa na Zona Oeste"},"content":{"rendered":"<p>13\/04\/2026<\/p>\n<p>Simone Cristina aluga im\u00f3vel no Jardim Panorama h\u00e1 dois anos ap\u00f3s ter que deixar antiga casa localizada em \u00e1rea de risco na pr\u00f3pria comunidade. Jo\u00e3o de Mari\/g1 Localizada entre alguns dos empreendimentos mais valorizados de S\u00e3o Paulo, a favela do Jardim Panorama, na Zona Oeste, se tornou s\u00edmbolo de uma disputa silenciosa por territ\u00f3rio na cidade. De um lado, moradores que vivem h\u00e1 mais de seis d\u00e9cadas no local.<\/p>\n<p>De outro, o avan\u00e7o do mercado imobili\u00e1rio de alto padr\u00e3o em uma das regi\u00f5es mais caras da capital. A gest\u00e3o do prefeito Ricardo Nunes (MDB) desistiu, em 2024, de um projeto que previa a constru\u00e7\u00e3o de moradias no entorno da comunidade e passou a propor a compra de im\u00f3veis com valores que n\u00e3o s\u00e3o compat\u00edveis com a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Moradores temem que sejam obrigados a ir para longe ( abaixo). A comunidade surgiu nos anos 1950, antes mesmo da consolida\u00e7\u00e3o urbana do Morumbi e do eixo da Marginal Pinheiros, e hoje re\u00fane cerca de 1.100 fam\u00edlias em seus 33.105 metros quadros, algo equivalente a cerca de tr\u00eas campos de futebol.<\/p>\n<p>Veja os v\u00eddeos que est\u00e3o em alta no g1 Ao longo das d\u00e9cadas, viu seu entorno se transformar com a chegada de centros empresariais, condom\u00ednios de luxo e projetos urban\u00edsticos voltados \u00e0 popula\u00e7\u00e3o de alta renda. Agora, os moradores temem n\u00e3o resistir \u00e0 nova onda de valoriza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea, localizada entre o Shopping Cidade Jardim e o Col\u00e9gio Avenues, escola privada com mensalidades superiores a R$ 15 mil. &#8220;A gente j\u00e1 tem plena no\u00e7\u00e3o que, para eles, tanto para a prefeitura quanto para o shopping, esse terreno \u00e9 valioso.<\/p>\n<p>Para eles \u00e9 dinheiro.<\/p>\n<p>Para n\u00f3s, n\u00e3o.<\/p>\n<p>Para n\u00f3s \u00e9 a nossa vida aqui&#8221;, afirma a moradora Simone Cristina Sales, de 38 anos. Em 27 de mar\u00e7o, o g1 esteve no local e acompanhou a rotina dos moradores, que trabalham no pr\u00f3prio bairro em mercadinhos, bares, barracas de churrasco e restaurantes frequentados por funcion\u00e1rios de escrit\u00f3rios da regi\u00e3o. \u00c0 esquerda, Jardim Panorama; \u00e0 direita, uma das torres do complexo Cidade Jardim. Reprodu\u00e7\u00e3o Apoiada na escada de entrada da casa onde mora, Simone \u00e9 uma das que trabalham em um dos 13 empreendimentos da\u00a0<span id=\"CHAVE_2120\" title=\"2120\/4 | 798897\">JHSF<\/span>, empresa com empreendimentos de alto padr\u00e3o no entorno da comunidade. H\u00e1 dois anos, ela precisou deixar a casa em que vivia, na chamada \u00c1rea dos Eucaliptos, considerada de risco pela prefeitura.<\/p>\n<p>Se me tirarem daqui, eu vou para onde?&#8221;, indaga.<\/p>\n<p>&#8220;Essa urbaniza\u00e7\u00e3o que falam, a gente j\u00e1 entendeu: \u00e9 para tirar a gente daqui, para eles poderem continuar com os empreendimentos.&#8221; Restos de im\u00f3veis removidos em 2024 da \u00c1rea dos Eucaliptos ainda podem ser vistos na comunidade. Jo\u00e3o de Mari\/g1 Mudan\u00e7a de plano A situa\u00e7\u00e3o vivida por Simone se agravou ap\u00f3s uma mudan\u00e7a recente na pol\u00edtica habitacional para o Jardim Panorama. Em 2023, a Prefeitura de S\u00e3o Paulo, que j\u00e1 tinha Nunes como prefeito, apresentou um projeto que previa a urbaniza\u00e7\u00e3o da favela com o m\u00ednimo de remo\u00e7\u00f5es e a constru\u00e7\u00e3o de moradias no entorno, permitindo que os moradores permanecessem na regi\u00e3o. A proposta inclu\u00eda a desapropria\u00e7\u00e3o de um terreno pr\u00f3ximo, onde seriam constru\u00eddas unidades de habita\u00e7\u00e3o de interesse social. &#8220;Eles vieram, apresentaram o projeto, falaram de apartamento.<\/p>\n<p>Quem n\u00e3o quer dar o melhor para os filhos?&#8221;, diz a moradora do Jardim Panorama.<\/p>\n<p>&#8220;Acabou o projeto.<\/p>\n<p>Hoje n\u00e3o tem mais nada, s\u00f3 a gente no aux\u00edlio-aluguel h\u00e1 dois anos.&#8221; O projeto foi apresentado a lideran\u00e7as da comunidade em reuni\u00f5es realizadas em 2023.<\/p>\n<p>Em 7 de mar\u00e7o daquele ano, durante a 55\u00aa Reuni\u00e3o Ordin\u00e1ria do Grupo de Gest\u00e3o da Opera\u00e7\u00e3o Urbana Consorciada Faria Lima (OUCFL), realizada na sede da prefeitura, o ent\u00e3o representante da Secretaria Municipal de Habita\u00e7\u00e3o, Luiz Fernando de Gasperi Viana, afirmou que o plano previa a constru\u00e7\u00e3o de tr\u00eas condom\u00ednios com torres de cerca de 20 pavimentos na regi\u00e3o do Jardim Panorama. &#8220;O terreno \u00e9 da\u00a0<span id=\"CHAVE_3832\" title=\"3832\/4 | 798897\">JHSF<\/span>\u00a0e est\u00e1 vazio.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 empreendimento licenciado nesses terrenos.<\/p>\n<p>Vamos pagar o valor da terra, n\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 melhor usar essas \u00e1reas e tamb\u00e9m para a aceita\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias, que sabem que n\u00e3o vamos lev\u00e1-las para longe&#8221;, disse. Projeto apresentado pela prefeitura a moradores no dia 7 de mar\u00e7o de 2023, durante a 55\u00aa Reuni\u00e3o Ordin\u00e1ria do Grupo de Gest\u00e3o da Opera\u00e7\u00e3o Urbana Consorciada Faria Lima (OUCFL). Reprodu\u00e7\u00e3o Ele acrescentou que a proposta contava com aval para avan\u00e7ar. &#8220;A gente mostrou esse estudo em duas reuni\u00f5es para lideran\u00e7as, que deram o ok para realizarmos as a\u00e7\u00f5es na \u00e1rea.<\/p>\n<p>Agora estamos fazendo o cronograma do trabalho social e, assim que estiver pronto, queremos iniciar as a\u00e7\u00f5es rapidamente para evitar mudan\u00e7as no processo&#8221;, afirmou. A proposta previa que as fam\u00edlias s\u00f3 deixariam suas casas quando os novos im\u00f3veis estivessem prontos &#8211; modelo conhecido como &#8220;chave a chave&#8221;. Mas, no in\u00edcio de 2024, a gest\u00e3o municipal desistiu da desapropria\u00e7\u00e3o do terreno e deixou de apresentar um plano para a \u00e1rea, segundo especialistas, moradores e documentos obtidos pelo g1. Desde ent\u00e3o, a principal alternativa passou a ser a compra de unidades habitacionais por meio do programa Pode Entrar. \u00f0 O Pode Entrar \u00e9 o principal programa habitacional da Prefeitura de S\u00e3o Paulo e funciona por meio da compra de im\u00f3veis prontos do mercado imobili\u00e1rio para entrega a fam\u00edlias inscritas na fila da habita\u00e7\u00e3o, especialmente removidas de \u00e1reas de risco e de baixa renda. Nesse modelo, a prefeitura adquire im\u00f3veis do mercado e os destina a fam\u00edlias cadastradas &#8211; sem garantia de que as moradias fiquem na mesma regi\u00e3o em que elas j\u00e1 est\u00e3o estabelecidas. Plano previa a constru\u00e7\u00e3o de tr\u00eas condom\u00ednios com torres de cerca de 20 pavimentos na pr\u00f3pria regi\u00e3o do Jardim Panorama e apartamentos com cerca de 45 m\u00b2. Reprodu\u00e7\u00e3o Especialistas afirmam que isso significa que fam\u00edlias que hoje vivem em \u00e1reas valorizadas podem ser transferidas para bairros mais distantes, onde o custo dos im\u00f3veis \u00e9 menor e h\u00e1 mais oferta de unidades dentro dos limites de pre\u00e7o definidos pelo programa. Uma pesquisa da USP analisou os valores pagos pela prefeitura por im\u00f3veis populares entre 2002 e 2026.<\/p>\n<p>Apenas dois pagamentos ultrapassaram o valor m\u00ednimo (R$ 218 mil) de um im\u00f3vel do Pode Entrar.<\/p>\n<p>Ou seja, os moradores do Jardim Panorama teriam que encontrar algum im\u00f3vel entre os bairros de Pinheiros, Jardim Europa, Jardim Paulistano, Itaim Bibi e Vila Ol\u00edmpia por cerca de R$ 218 mil.<\/p>\n<p>O im\u00f3vel precisa estar nesse per\u00edmetro porque a lei que revisou a Opera\u00e7\u00e3o Urbana Consorciada Faria Lima determina que fam\u00edlias removidas de \u00e1reas de interesse social dentro da opera\u00e7\u00e3o, como o Jardim Panorama, sejam reassentadas, de prefer\u00eancia, na mesma regi\u00e3o ou em \u00e1reas pr\u00f3ximas.<\/p>\n<p>A regra existe porque o dinheiro da opera\u00e7\u00e3o, arrecadado com a venda de t\u00edtulos imobili\u00e1rios (Cepacs), s\u00f3 pode ser usado ali.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a lei busca evitar que moradores de baixa renda sejam empurrados para bairros distantes, mantendo essas fam\u00edlias perto do trabalho, do transporte e das redes de apoio que j\u00e1 t\u00eam. Em nota, a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento informou que a compra de unidades habitacionais por meio do programa Pode Entrar \u00e9 &#8220;uma alternativa mais \u00e1gil e eficaz para o atendimento \u00e0s fam\u00edlias&#8221; e que, por isso, abriu um chamamento p\u00fablico no \u00e2mbito do programa para a aquisi\u00e7\u00e3o de at\u00e9 6 mil unidades de habita\u00e7\u00e3o de interesse social no per\u00edmetro da Opera\u00e7\u00e3o Urbana Consorciada Faria Lima. &#8220;A iniciativa tem como objetivo atender fam\u00edlias do Jardim Panorama, e a entrega de propostas por parte da iniciativa privada est\u00e1 prevista para o dia 24 de abril&#8221;, afirmou a pasta ( abaixo). Port\u00e3o de casa com selo da prefeitura, etapa que organiza o territ\u00f3rio para interven\u00e7\u00f5es como remo\u00e7\u00f5es e urbaniza\u00e7\u00e3o da Opera\u00e7\u00e3o Urbana Faria Lima. Jo\u00e3o de Mari\/g1 Desigualdades Especialistas, no entanto, avaliam que o modelo pode aprofundar a desigualdade territorial ao deslocar moradores para regi\u00f5es perif\u00e9ricas, rompendo v\u00ednculos com trabalho, escola e redes de apoio. &#8220;Quando voc\u00ea substitui a urbaniza\u00e7\u00e3o no local pela compra de unidades no mercado, especialmente em \u00e1reas de alto valor, a tend\u00eancia \u00e9 deslocar essas fam\u00edlias para longe&#8221;, afirma a arquiteta e urbanista Cristina Wehba. Para ela, al\u00e9m de n\u00e3o garantir a perman\u00eancia no territ\u00f3rio, a mudan\u00e7a tamb\u00e9m rompe com o acordo firmado anteriormente com a comunidade. &#8220;A proposta atual n\u00e3o assegura que essas pessoas continuem na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>E isso muda completamente o impacto social da pol\u00edtica habitacional&#8221;, diz. Ela destaca ainda que a \u00e1rea \u00e9 classificada como Zona Especial de Interesse Social (ZEIS), instrumento criado para garantir moradia popular em regi\u00f5es valorizadas. Em amarelo, a \u00e1rea da favela do Jardim Panorama, segundo registros da Sehab.<\/p>\n<p>Em verde, toda extens\u00e3o da \u00e1rea de ZEIS, com terrenos dividios entre\u00a0<span id=\"CHAVE_8703\" title=\"8703\/4 | 798897\">JHSF<\/span>, moradores com usucapi\u00e3o e ocupa\u00e7\u00f5es irregulares. Reprodu\u00e7\u00e3o Disputa por espa\u00e7o A tens\u00e3o no Jardim Panorama n\u00e3o \u00e9 recente.<\/p>\n<p>Desde pelo menos os anos 2000, h\u00e1 registros de conflitos fundi\u00e1rios, a\u00e7\u00f5es judiciais e tentativas de interven\u00e7\u00e3o p\u00fablica na \u00e1rea. A favela est\u00e1 dentro do per\u00edmetro da Opera\u00e7\u00e3o Urbana Faria Lima, mecanismo que permite flexibilizar regras de constru\u00e7\u00e3o em troca de pagamento ao munic\u00edpio.<\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o impulsionou a valoriza\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria do entorno e, por lei, deve destinar recursos para habita\u00e7\u00e3o de interesse social. Moradores do Jardim Panorama, por\u00e9m, relatam epis\u00f3dios de press\u00e3o relacionados \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o imobili\u00e1ria da regi\u00e3o, onde est\u00e3o localizados empreendimentos de alto padr\u00e3o. Segundo relatos, j\u00e1 houve abordagens de representantes da\u00a0<span id=\"CHAVE_9480\" title=\"9480\/4 | 798897\">JHSF<\/span>\u00a0com ofertas financeiras para que fam\u00edlias deixassem suas casas.<\/p>\n<p>Em 2007, uma reportagem da &#8220;Folha de S.Paulo&#8221; revelou que a construtora pagou R$ 40 mil para que moradores deixassem o lugar.<\/p>\n<p>Pouco tempo depois, o Shopping Cidade Jardim foi inaugurado no local. &#8220;Quando o shopping foi inaugurado [em 2008], eu fui l\u00e1, no come\u00e7o.<\/p>\n<p>E desde sempre diziam que a comunidade iria sair, que s\u00f3 estava por enquanto, que iam tirar tudo&#8221;, relembra Eliana Silva, de 40 anos, uma lideran\u00e7a do coletivo de mulheres do Jardim Panorama. O g1 procurou a\u00a0<span id=\"CHAVE_10023\" title=\"10023\/4 | 798897\">JHSF<\/span>, com questionamentos sobre sua rela\u00e7\u00e3o com a \u00e1rea e relatos de moradores.<\/p>\n<p>A companhia informou que n\u00e3o ir\u00e1 se pronunciar sobre o assunto. Casa&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>13\/04\/2026 Simone Cristina aluga im\u00f3vel no Jardim Panorama h\u00e1 dois anos ap\u00f3s ter que deixar antiga casa localizada em \u00e1rea de risco na pr\u00f3pria comunidade. 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