{"id":123664,"date":"2026-01-19T09:35:45","date_gmt":"2026-01-19T12:35:45","guid":{"rendered":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/?p=123664"},"modified":"2026-01-19T09:35:45","modified_gmt":"2026-01-19T12:35:45","slug":"mercado-de-luxo-deve-somar-r-120-bilhoes-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/2026\/01\/19\/mercado-de-luxo-deve-somar-r-120-bilhoes-em-2026\/","title":{"rendered":"Mercado de luxo deve somar R$ 120 bilh\u00f5es em 2026"},"content":{"rendered":"<div class=\"row\">\n<div class=\"col-md-12\">\n<div class=\"jeg_featured featured_image \">\n<div class=\"thumbnail-container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-post-image\" src=\"https:\/\/mercadoeconsumo.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/luxo5-envato.webp\" alt=\"Mercado de luxo deve somar R$ 120 bilh\u00f5es em 2026\" width=\"1024\" height=\"540\" \/><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"jeg_main_content col-md-9\">\n<div class=\"jeg_inner_content\">\n<div class=\"jeg_ad jeg_article jnews_content_top_ads \">\n<div class=\"ads-wrapper  \"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"entry-content no-share\">\n<div class=\"jeg_share_button share-float jeg_sticky_share clearfix share-monocrhome\">\n<div class=\"jegStickyHolder\">\n<div class=\"theiaStickySidebar\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"content-inner \">\n<p><a href=\"https:\/\/mercadoeconsumo.com.br\/11\/01\/2026\/economia\/mercado-de-luxo-no-brasil-cresce-26-em-dois-anos-e-supera-ritmo-global\/\">O mercado de luxo do Brasil<\/a>\u00a0ultrapassou uma barreira simb\u00f3lica em 2025: a dos R$ 100 bilh\u00f5es. Em 2024, o faturamento foi de R$ 98 bilh\u00f5es, segundo a pesquisa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.bain.com\/pt-br\/insights\/o-mercado-de-luxo-no-brasil\/\">A Nova Era do Mercado de Luxo<\/a>, da Bain &amp; Company. Com a previs\u00e3o de alta de 7% nas vendas do ano passado, proje\u00e7\u00e3o feita pela consultoria Euromonitor, o setor se aproximou dos R$ 105 bilh\u00f5es. Em entrevista, Marcelo Chirico, especialista no segmento luxo, afirma que o mercado pode se aproximar de R$ 120 bilh\u00f5es e at\u00e9 chegar a R$ 130 bilh\u00f5es, em 2026. Em 2024, ele era de R$ 41 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Mesmo com os n\u00fameros do ano passado ainda sendo consolidados, o movimento mostra o potencial do setor no pa\u00eds. Entre 2022 e 2024, pelo levantamento da Bain &amp; Company, o crescimento m\u00e9dio anual foi de 12%, quatro vezes superior ao da m\u00e9dia mundial (3%). Dentro do luxo, os subsegmentos de maior peso s\u00e3o Moda &amp; Itens Pessoais, Im\u00f3veis e Autom\u00f3veis. Cada um movimentou em torno de R$ 21 bilh\u00f5es, em 2024. Sa\u00fade (R 14 bilh\u00f5es) e Avia\u00e7\u00e3o (R$ 6 bilh\u00f5es) formam o Top 5.<\/p>\n<p>Em termos percentuais, os maiores crescimentos foram registrados nos segmentos de Autom\u00f3veis (18%), Hot\u00e9is &amp; Experi\u00eancias (16%), Sa\u00fade (15%), Im\u00f3veis (13%) e Iates (12%). O especialista Chirico afirma que o setor, apesar da performance acima de qualquer indicador macroecon\u00f4mico ou do varejo em geral, traz tamb\u00e9m desafios, principalmente relacionados \u00e0 press\u00e3o cambial e \u00e0 carga tribut\u00e1ria sobre os chamados itens sup\u00e9rfluos. Por outro lado, ele avalia que o potencial acordo Mercosul\u2013Uni\u00e3o Europeia pode aliviar parte dessas tarifas nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<h3><strong>Gera\u00e7\u00e3o prateada<\/strong><\/h3>\n<p>Outro estudo recente que joga luz sobre esse universo foi divulgado no fim de novembro pela\u00a0<a href=\"https:\/\/www.serasaexperian.com.br\/sala-de-imprensa\/servicos-de-marketing\/consumo-de-luxo-em-numeros-estudo-da-serasa-experian-identifica-75-milhoes-de-clientes-premium\/\">Serasa Experian<\/a>, realizado por meio da plataforma de intelig\u00eancia de dados Insights Hub, que identificou 7,5 milh\u00f5es de clientes premium no Brasil. Destes, metade tem mais de 49 anos, o que evidencia o peso da chamada Gera\u00e7\u00e3o Prateada no luxo. Para Gustavo Monteiro, diretor da datatech, \u201cesse p\u00fablico tem alta capacidade de gasto e h\u00e1bitos que mesclam sofistica\u00e7\u00e3o, planejamento e conveni\u00eancia\u201d.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mercadoeconsumo.com.br\/21\/12\/2025\/ecommerce\/natal-deve-acelerar-vendas-de-luxo-no-e-commerce-aponta-infracommerce\/\">Entre os consumidores premium\u00a0<\/a>identificados pela Serasa Experian, predominam homens (56%), 57% possuem renda superior a R$10 mil mensais, 76% s\u00e3o heavy users de cart\u00f5es de cr\u00e9dito premium, 64% s\u00e3o investidores e 62% s\u00e3o viajantes. Mapear esse perfil \u00e9 mais do que trabalhar apenas dados, mas entender suas motiva\u00e7\u00f5es de consumo. Segundo Monteiro, os dados de comportamento e estilo de vida complementam a leitura financeira tradicional. \u201cIsso permite entender o consumidor premium de forma mais completa, indo al\u00e9m do poder de compra\u201d, afirmou Monteiro.<\/p>\n<p>Pelo lado da oferta, o setor enfrenta um problema cr\u00f4nico de todo o varejo: m\u00e3o de obra. No caso do luxo, segundo o relat\u00f3rio\u00a0<a href=\"https:\/\/idtbwa.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/pt_br_Future-Of-Luxury_V5_.pdf\">Future of Luxury 2025<\/a>, elaborado pela Backslash (unidade de intelig\u00eancia cultural da TBWA\\Worldwide) com a ag\u00eancia 180 Luxe, 47% dos principais diretores executivos da Europa consideram a escassez de m\u00e3o de obra qualificada um dos maiores estressores na cadeia de suprimentos.<\/p>\n<p>Outro ponto importante destacado no relat\u00f3rio \u00e9 o que os autores chamam de \u201cdemanda pela transpar\u00eancia dos bastidores\u201d. Se as marcas n\u00e3o fornecerem esse tipo de transpar\u00eancia, afirmam os autores, pessoas e publica\u00e7\u00f5es far\u00e3o isso por elas. E citam como exemplo a investiga\u00e7\u00e3o feita pela\u00a0Bloomberg\u00a0e publicada em mar\u00e7o de 2024 sobre a grife Loro Piana. A reportagem mostrou que a empresa do grupo LVMH, que vende um su\u00e9ter de US$\u00a09 mil feito com a melhor l\u00e3 de vicunha do mundo, paga a seu fornecedor, uma vila peruana inteira, o equivalente a US$\u00a0280 pela fibra para faz\u00ea-lo. \u201cEm breve, as marcas ser\u00e3o legalmente obrigadas a permitir a rastreabilidade total.\u201d Confira a entrevista de Chirico sobre esse universo de alta complexidade e igualmente elevadas oportunidades.<\/p>\n<p><strong>Em 2024, o mercado movimentou aproximadamente R$ 98 bilh\u00f5es e passou dos R$ 100 bilh\u00f5es em 2025. Qual a estimativa realista para 2026?<br \/>\n<\/strong>As proje\u00e7\u00f5es indicam que o mercado brasileiro de luxo pode atingir R$ 120 bilh\u00f5es em 2026. De forma otimista, R$ 130 bilh\u00f5es. Esse crescimento pressup\u00f5e estabilidade macroecon\u00f4mica relativa e amadurecimento do consumo de alto padr\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O que sustenta essa alta?<br \/>\n<\/strong>A sofistica\u00e7\u00e3o da demanda, a expans\u00e3o das experi\u00eancias premium e o uso estrat\u00e9gico de tecnologia sustentam esse avan\u00e7o, ainda que riscos fiscais possam moderar o ritmo.<\/p>\n<p><strong>E em termos de comportamento. O que puxa o mercado de luxo acima de todos os demais setores?<\/strong><br \/>\nO crescimento recente foi impulsionado principalmente por autom\u00f3veis premium, hospitalidade de alto padr\u00e3o e experi\u00eancias de luxo, como viagens personalizadas, gastronomia autoral e bem-estar. Esses segmentos passaram a capturar uma parcela maior do gasto do consumidor de alta renda. Isso reflete a migra\u00e7\u00e3o do luxo material para o luxo experiencial, com foco em servi\u00e7o, recorr\u00eancia e valor percebido.<\/p>\n<p><strong>Como o desempenho do Brasil se compara, em n\u00fameros, a \u00c1sia, Europa e Estados Unidos?<br \/>\n<\/strong>O Brasil ainda \u00e9 menor em volume absoluto, mas cresce acima da m\u00e9dia dos mercados maduros. Enquanto Europa e Estados Unidos apresentam crescimento anual entre 5% e 7%, o Brasil sustenta taxas mais altas [de 12% em m\u00e9dia ao ano entre 2022 e 2024]. Trata-se de um mercado em transi\u00e7\u00e3o, que cresce menos por escala e mais por sofistica\u00e7\u00e3o do consumo.<\/p>\n<p><strong>Quem \u00e9 esse consumidor?<br \/>\n<\/strong>Esse consumidor \u00e9 definido menos pela renda mensal e mais por patrim\u00f4nio acumulado, estabilidade financeira e capital cultural. Em geral, est\u00e1 entre 35 e 60 anos, com alta capacidade de gasto e familiaridade com os c\u00f3digos do luxo. \u00c9 pouco tolerante a marcas gen\u00e9ricas ou discursos vazios e valoriza excel\u00eancia no servi\u00e7o, coer\u00eancia entre narrativa e pr\u00e1tica e experi\u00eancias consistentes. O consumo tende a ser seletivo e orientado por valor.<\/p>\n<p><strong>E gera\u00e7\u00f5es mais novas?<br \/>\n<\/strong>Atualmente, Millennials (nascidos entre 1981 e 1996) e Gen Z (entre 1997 e 2012) representam cerca de 35% do consumo de luxo no Brasil. A expectativa \u00e9 que esse percentual se aproxime de 45%. Essas gera\u00e7\u00f5es influenciam linguagem, canais e valores das marcas, al\u00e9m de exigir maior transpar\u00eancia, prop\u00f3sito e relev\u00e2ncia cultural.<\/p>\n<p><strong>Entre os h\u00e1bitos mais recentes de consumo est\u00e1 uma cobran\u00e7a maior sobre as marcas, desde a transpar\u00eancia at\u00e9 a coer\u00eancia entre discurso e pr\u00e1tica. Qual o peso que isso pode levar ao setor?<br \/>\n<\/strong>Esse desalinhamento [entre marca e expectativa do consumidor] pode representar uma perda potencial entre R$ 8 bilh\u00f5es e R$ 12 bilh\u00f5es por ano. A aus\u00eancia de representatividade, est\u00e9tica e simb\u00f3lica, afasta um p\u00fablico com alto poder de compra e forte recorr\u00eancia. O impacto \u00e9 financeiro e tamb\u00e9m estrat\u00e9gico, pois limita crescimento sustent\u00e1vel e valor de marca.<\/p>\n<p><strong>O luxo migra do objeto para a experi\u00eancia?<br \/>\n<\/strong>Sim. Hoje, consumidores de alto padr\u00e3o destinam entre 35% e 40% do or\u00e7amento de luxo a experi\u00eancias, como viagens, gastronomia e bem-estar. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 que esse percentual ultrapasse 45% em 2026. O luxo passa a ser associado a mem\u00f3ria, significado e viv\u00eancia, n\u00e3o apenas \u00e0 posse.<\/p>\n<p>Como a tecnologia aumenta t\u00edquete m\u00e9dio e fideliza\u00e7\u00e3o?<br \/>\nO uso de Intelig\u00eancia Artificial, big data e CRM avan\u00e7ado permite alto n\u00edvel de personaliza\u00e7\u00e3o no relacionamento. Marcas que utilizam bem essas ferramentas registram aumentos entre 15% e 25% no t\u00edquete m\u00e9dio, al\u00e9m de ciclos de recompra mais curtos. A tecnologia amplifica a experi\u00eancia e reduz fric\u00e7\u00f5es, sem substituir o contato humano.<\/p>\n<p><strong>Como est\u00e1 a complementaridade entre digital e f\u00edsico no luxo?<br \/>\n<\/strong>Mais de 70% das compras de luxo envolvem algum tipo de intera\u00e7\u00e3o digital antes da convers\u00e3o presencial. O consumidor pesquisa, compara e cria expectativas no ambiente online. A loja f\u00edsica continua essencial como espa\u00e7o de valida\u00e7\u00e3o sensorial e relacional, enquanto o digital prepara o encantamento.<\/p>\n<p><strong>Sustentabilidade influencia diretamente a decis\u00e3o de compra no luxo?<br \/>\n<\/strong>Sim. Cerca de 65% dos consumidores de luxo consideram pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis decisivas na escolha da marca. Em 2026, esse percentual deve ultrapassar 70%, especialmente entre Millennials e Gen Z. Sustentabilidade deixa de ser diferencial e passa a ser requisito de legitimidade.<\/p>\n<p><strong>O perfil do consumidor deve permanecer o mesmo?<br \/>\n<\/strong>A base permanece relativamente est\u00e1vel, mas o comportamento evolui. O consumidor se torna mais cr\u00edtico, menos ostentat\u00f3rio e mais orientado por valor, narrativa, experi\u00eancia e coer\u00eancia de marca. O luxo passa a ser uma escolha consciente e cultural, n\u00e3o apenas econ\u00f4mica.<\/p>\n<p><strong>Em termos de oferta, do produtor, biodiversidade e artesania brasileiras j\u00e1 viraram vantagem competitiva?<\/strong><\/p>\n<p>Sim, principalmente em nichos autorais de moda, design e joalheria. O interesse internacional por esses atributos cresce em torno de 10% ao ano, impulsionando exporta\u00e7\u00f5es e colabora\u00e7\u00f5es. A combina\u00e7\u00e3o entre biodiversidade, narrativa cultural e saber artesanal posiciona o Brasil de forma \u00fanica no luxo contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p><strong>O que deve marcar o mercado de luxo em 2026?<br \/>\n<\/strong>O mercado tende a eliminar modelos oportunistas e fortalecer marcas com proposta clara e gest\u00e3o s\u00f3lida. Os principais sinais ser\u00e3o margens mais saud\u00e1veis, menor depend\u00eancia de descontos e aumento do lifetime value do cliente. O crescimento passa a ser mais qualitativo do que expansivo.<\/p>\n<p><strong>Um risco em 2026?<br \/>\n<\/strong>O principal risco \u00e9 a banaliza\u00e7\u00e3o do luxo por excesso de promo\u00e7\u00f5es e massifica\u00e7\u00e3o, o que corr\u00f3i valor de marca.<\/p>\n<p><strong>E uma grande oportunidade?<br \/>\n<\/strong>Posicionar o Brasil como refer\u00eancia em luxo sensorial, cultural e experiencial. O impacto \u00e9 relevante em valuation, margem e competitividade internacional.<\/p>\n<p><strong>Com informa\u00e7\u00f5es de Ag\u00eancia DCNews<\/strong><br \/>\n<em>Imagem: Envato<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa Serasa Experian\/Insights Hub diz que h\u00e1 7,5 milh\u00f5es de clientes premium no Brasil<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[44],"tags":[],"class_list":["post-123664","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-shopping-patio-higienopolis"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/123664","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=123664"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/123664\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":123665,"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/123664\/revisions\/123665"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=123664"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=123664"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/monitoramento.spmj.com.br\/noticias\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=123664"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}