O que aconteceu O caso foi revelado pelo UOL em fevereiro de 2024, quando o MP-SP (Ministério Público de São Paulo) denunciou Sztokfisz e dois de seus funcionários, que foram absolvidos. O crime aconteceu na loja da Orit do Shopping Pátio Higienópolis.De acordo com a denúncia, as joias foram furtadas pela empregada doméstica da proprietária das joias, em dezembro de 2022. Ela depois as vendeu por R$ 47,5 mil à Orit em oito visitas diferentes. As joias estavam avaliadas em R$ 69,4 mil.
A empregada furtou o equivalente a R$ 300 mil em joias ao longo de “alguns meses”, segundo o MP. Depois, contudo, teria devolvido a maioria dos objetos.
Entre os objetos furtados estão cordões de ouro, anéis cravejados de pedras preciosas, pulseiras e brincos. A Joalheria Orit é conhecida em São Paulo como uma das principais casas de compra e venda de joias e relógios usados, atividade conhecida no mercado como “joias de segunda mão”.
O processo em relação à empregada, que se chama Zeni, está suspenso porque ela não foi localizada para responder à denúncia na Justiça. No inquérito, Zeni disse que, quando foi à loja vender as joias, só pediram que ela tirasse foto dos objetos e de um documento dela, sem nenhuma exigência de comprovante de origem ou de propriedade dos produtos.
De acordo com as investigações, foi a própria Zeni quem contou à ex-patroa, chamada Adriana, ter furtado as joias e vendido à Orit. Adriana contou à polícia que procurou a joalheria, mas ouviu que a Orit não tinha qualquer responsabilidade sobre a origem das peças.
Pedro CanárioDo Uol