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Data: 21/03/2025

Editoria: Shopping Pátio Higienópolis
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Inflação e PIB não dão margem para cortes de juros, diz Reinaldo Le Grazie

As bolsas europeias e os futuros americanos são negociados em baixa na manhã desta quinta-feira, 20. O Banco Central decidiu elevar a taxa Selic para 14,25% ao ano em uma decisão amplamente esperada pelo mercado. Os juros do Brasil agora estão nos mesmos patamares de 2016, auge do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Todas as expectativas estavam concentradas nos próximos passos do Copom, e Gabriel Galípolo e seus diretores deram algumas pistas. O comitê reforçou a necessidade de ao menos mais uma nova alta de juros no país, mas não cravou a magnitude. De concreto, apenas que o reajuste será menor que o atual.

O movimento joga um balde de água fria no governo Lula, que esperava uma sinalização diferente depois de o Banco Central ter elevado os juros em 1 ponto percentual por duas reuniões seguidas, conforme antecipado pela gestão anterior. Diego Gimenes entrevista Reinaldo Le Grazie, sócio da Panamby Capital e ex-diretor do Banco Central. O VEJA Mercado é transmitido de segunda a sexta, ao vivo no YouTube, Facebook, Twitter, LinkedIn e VEJA+, a partir das 10h. Ouça também no Spotify.