
Ontem (27), a Americanas apresentou ao mercado um crescimento no seu caixa, que encerrou 2025 com cerca de R$ 942 milhões, mas uma nova queda no número de clientes ativos foi percebida, em meio a uma base de lojas menor. Segundo o relatório publicado pela empresa em recuperação judicial, o caixa teve crescimento de cerca de 46% em dezembro, em relação a janeiro do ano passado. Em novembro, a base de clientes ativos era de 41,71 milhões e caiu para 40,83 milhões em dezembro. No pico do ano passado, a base chegou a 47,9 milhões de clientes em abril, e encolheu por oito meses seguidos até dezembro. Nesta terça-feira (27), as ações da companhia encerram o dia em alta de 4,66%, cotadas a R$ 5,62.
Base de lojas
A Americanas terminou o ano passado com uma base de 1.470 lojas, uma a menos ante novembro. Em janeiro, o número era de 1.641 unidades. No relatório, a varejista afirmou que “o movimento segue a dinâmica de sazonalidade do varejo, somada ao plano de transformação da companhia, que prevê revisões de curto e médio prazos, incluindo fechamentos de unidades, reduções, aumentos de áreas de vendas e eventuais aberturas”. Segundo o relatório, a Americanas reduziu seu parque de lojas em todos os meses do ano passado. Mas nos últimos três meses, pico do movimento no varejo nacional, mostrou sinais de estabilizar o parque no patamar de dezembro, com 1.472 em outubro, 1.471 em novembro e as 1.470 de dezembro.