/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2024/6/q/vlicLBReWfRek1eCbNCQ/107487636-files-view-of-the-entrance-of-a-store-of-brazilian-retailer-lojas-americanas-at-the-no.jpg)
A Justiça do Rio acaba de reconhecer como legítima a pretensão de um dos sócios minoritários da Americanas de processar a PwC e a KPMG, auditoras da varejista.
O julgamento nesse sentido foi realizado há pouco pela 14ª Câmara de Direito Privado do estado. O colegiado deu aval para que avance a ação movida pelo acionista, sob a alegação de que os responsáveis por fiscalizar as finanças da companhia teriam sido negligentes ao não identificar a fraude contábil que veio à tona dois anos atrás.
- Em destaque:A nova pesquisa presidencial Quaest incluindo Lula, Gusttavo Lima, Jair e Eduardo Bolsonaro
- Lula diz a Alcolumbre que vai aprovar pesquisas para a exploração de petróleo na Margem Equatorial
Lesado pela desvalorização das ações, o sócio pede indenizações pelos prejuízos material e moral que alega ter sofrido. Tanto a PwC quanto a KPMG sustentavam ao Judiciário que não poderiam ser acionadas por causa do ocorrido, mas a nova decisão foi contrária a elas e favorável ao prosseguimento da tramitação processual.
Assim, ficou anulada a sentença de primeira instância que era favorável às auditoras. E, agora, volta a avançar o caso contra elas. Representando o sócio minoritário, o advogado Leonardo Amarante considera indispensável o movimento contra a PwC e a KPMG. Diz ele:
– Dada a dimensão da fraude, não se pode afastar a responsabilidade das auditoras diante dos acionistas minoritários, que jamais teriam adquirido ações das Americanas se soubessem do seu verdadeiro cenário contábil, menosprezado pelos auditores independentes.