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O reforço aos compromissos de diversidade e inclusão não deveria ser notícia, mas, em tempos de gigantes globais dando um cavalo de pau em suas agendas ESG para se adaptar ao zeitgeist da Casa Branca sob Trump, tornou-se algo digno de nota.
No Brasil, o movimento vem ganhando corpo. Na semana passada, oito grupos que reúnem mais de 500 empresas que operam aqui divulgaram um manifesto para reforçar o compromisso com suas políticas de diversidade, equidade e inclusão (DE&I).
E, nesta segunda-feira, a C&A Brasil vai publicar uma nota em que “reafirma seu compromisso inegociável com a diversidade, inclusão e sustentabilidade.” A varejista de moda tem a meta de, até 2030, manter pelo menos 60% dos cargos de liderança ocupados por mulheres. (Hoje, o percentual já é maior que isso, alcançando 66%). Outro plano é aumentar para 30% a representatividade de pessoas pretas, pardas e indígenas em posições gerenciais. No ano passado, a C&A calculou ter 18,5% dos funcionários que se autodeclaravam LGBTI+, consolidando seus esforços em prol de um ambiente plural e inclusivo.
— Uma empresa só é relevante quando está verdadeiramente conectada às necessidades e características da sociedade. Diversidade, inclusão e sustentabilidade não são apenas compromissos, mas alicerces que sustentam nossa visão de futuro. Continuaremos a liderar pelo exemplo, promovendo escolhas conscientes e com impacto positivo em todas as nossas ações — diz Paulo Correa, CEO da C&A Brasil.
A varejista também mantém seu compromisso com a redução das emissões de gases de efeito estufa e está revisando sua meta climática dentro dos parâmetros de aquecimento de 1,5ºC.